Aos leitores desse blog, interessados em artigos sobre o meio empresarial, sobretudo assuntos ligados a Administração, recomendo o blog do consultor Alberto Costa.
O endereço é:
Aos leitores desse blog, interessados em artigos sobre o meio empresarial, sobretudo assuntos ligados a Administração, recomendo o blog do consultor Alberto Costa.
O endereço é:
Desde setembro faço aula de alemão, em um curso organizado pela Associação Cultural Deutsche Welt.
Ali fiz muitos novos amigos, que até sinto por não tê-los conhecido antes.
Esse mês fiquei sabendo através de uma amiga em comum, que não faz o curso de alemão, que um dos nossos amigos nos deixou em dezembro de 2008. Osvaldo Deschamps. É uma pena que nossa amizade tenha sido tão breve. Mas pelo menos tive a chance de conhecer essa pessoa tão querida.
Sua passagem certamente será lembrada por muitos e muitos anos, pois este foi um homem que não somente fez história, como recontou a história em livros de autoria em conjunto com sua esposa.
Osvaldo Deschamps, que veio de São Pedro de Alcântara, já foi caminhoneiro, construtor de casas, e depois fundou a construtora RDO.
Parte da vida desse nosso amigo pode ser vista em seu próprio site:
Um dos últimos dias em que o vimos foi um grande momento. Amigo secreto de fim de ano, justamente em seu sítio em São Pedro de Alcântara.
O governo alega que o Brasil possui um forte escurdo contra a crise mundial. Será?
Bom, é fato que o Brasil sente muito menos a crise, mas daí a dizer que não está sendo afetado…
A falta de crédito já causa efeitos no setor automobilístico e imobiliário.
Enquanto a Europa chora a crise, cancelando GPs de Fórmula 1 e tudo o mais, por que então o Brasil não dá como prova de sua forte economia protegida, mais um GP para o Brasil? Seria impressionante um GP em Interlagos e outro em Jacarepaguá.
Mas calma, vamos deixar de sonhar.
A F1 vai ficar muito sem graça com essa crise. Menos GPs, menos equipes, menos pilotos, e para 2010, motores iguais, em uma categoria onde os mais fortes investidores são fabricantes automotivos que usam o esporte para se promover.
Grandes nomes da atualidade, como Luca di Grassi, Bruno Senna, Barrichello e Takuma Sato podem ficar apenas na esperança de um dia ingressar ou voltar.
A crise que nasceu de uma especulação retardada, também sofre com especulações retardadas. Como pode uma equipe como a Honda, sair de uma categoria dessa, ao primeiro espirro de uma crise mundial? Já se especula sobre a própria crise, que pode… não durar quase nada.
Veja o quanto os estadounidenses investiram nos últimos anos para modificar seus projetos de veículos, por causa de ambiente, gasolina, petróleo a 150 dólares… quando em menos de três meses o petróleo está a menos de 50 dólares o barril.
Leva-se ao menos três anos para projetar um carro. Mal começaram a gastar com projetos e em três meses o petróleo, principal motivação das mudanças de planos, caiu para um patamar a muitos anos não visto.
Quero ver quando a especulação vai trabalhar contra a alta ridícula dos imóveis em Florianópolis.
Esses dias recebi por e-mail um anúncio de um imóvel em Florianópolis, apartamento de 2 quartos, e o texto dizia: “atende tanto para moradia quanto para investimento”. O cara que escreveu, acho que serve tanto como corretor quanto para um secretário de pequenos textos do dia a dia. Nada. Afinal, se um imóvel não serve para moradia, não serve nem para investimento. Mas pelo jeito estamos quase chegando lá. Do jeito colocado, parece que o apartamento é um mero papel, uma cota em ações, cuja razão de existir está simplesmente no investimento especulativo. E se o objetivo é apenas moradia, as contas provam que em Florianópolis alguem é muito mais negócio.
Aprendam com os Estados Unidos. Lá até os desastres são maiores.
Em uma das passagens da bíblia é citada a frase deste título. Ainda vai mais além, dizendo que ao repreender o tolo, você irá apenas conquistar sua ira.
O livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie, apresenta durante uma boa parte a mesma ideologia. Ao repreender uma pessoa, é muito mais provável você ferir seu ego do que atingir o resultado esperado.
Em se falando de uma sociedade e leis a serem respeitadas, não há nada mais eficaz para infrações do dia a dia do que o peso na carteira, com multa.
Hoje eu vi a propagação do infeliz jeitinho brasileiro.
Um motoqueiro, desceu por um pedaço de uma rua na contra-mão e estacionou. Porém, um guarda municipal de Florianópolis subia esta mesma rua, no sentido correto, também de moto. Este então parou, e repreendeu o infrator. Não aplicou multa, o que também já está errado. Uma infração, uma atitude incorreta de trabalho do guarda que deve defender os direitos da sociedade, uma repreensão socialmente inútil, e o pior, nada será corrigido, pois a multa não foi aplicada.
Na certa o motoqueiro infrator deve ter apenas ficado ressentido, e na próxima vez fará igual.
Quatro erros em apenas uma baboseira.
Se você procura pelo site da Associação Cultural Deutsche Welt, o endereço é:
Esta semana estive duas vezes no Bob’s.
Apesar de eu já não ter falado bem do McDonald’s neste blog, vale dizer que o Bob’s ainda está longe de chegar ao nível de qualidade de seu concorrente norte-americano.
Além da falta de padrão de qualidade de uma loja para a outra, o Bob’s peca principalmente no tempo de atendimento e na falta de automatização das coisas. A máquina de cartão de crédito é uma máquina normal, não integrada totalmente ao caixa. Assim, o operador precisa digitar o valor total calculado na máquina de cartão, o que leva a cabecisses, como arredondar para R$ 5,00 um pagamento de R$, 4,99, sendo que esse preço é justamente a jogada de marketing da empresa. Se é no cartão, não há porque arredondar.
O Bob’s também não possui máquina semi-automática para refrigerante. O atendente tem que esperar o copo ficar cheio para desligar.
Mas tem algumas vantagens, como por exemplo, mais flexibilidade. É possível pedir chopp ou cerveja.
Mas o pior é o tempo, hoje fiquei 15 minutos esperando pelos meus lanches.
2 estrelas
No dia último dia 24, faleceu um grande homem. Hiroshi Ishikawa, mais conhecido por muitos como Luís, seu nome/apelido brasileiro.
Era o irmão mais velho do meu pai, e estava para completar 74 anos.
Tirando pelos meus tios que faleceram ainda bebês, Shogi e Takemi, meu tio Luís foi o único dos homens que faleceu.
A idade chega para todos, isso é fato. Não adianta nem tentar parar o tempo, nem choramingar pelas rugas ou problemas da idade.
Meu tio sempre foi um bom exemplo de pessoa. Foi um homem muito importante para o meu pai, já que tinham uma boa diferença de idade, cerca de 17 anos. E para mim também, como meu avô paterno faleceu quando eu tinha dois anos, meu tio Luís era de certa forma como um avô para mim.
Ele era pessoa muito trabalhadora. Sempre trabalhou. Ainda este ano estava trabalhando.
Pelo que sei, além de trabalhar no interior, quando a família morava em Getulina, na capital abriu uma quitanda. Depois se desfez da quitanda e foi trabalhar com meu tio Akira, fazendo aquários. Ele tinha um grande talento para trabalhos manuais. Bastante habilidade. Já vi ele fazendo os cortes nos vidros, e era algo que exigia muita precisão.
Não pude estar em seu enterro, na verdade, também não gosto de enterros. Não houve uma despedida, mas na minha memória ele sempre ficará como um tio muito bondoso, que gostava muito de crianças, de fazer brinquedos para as crianças, e um tio muito preocupado com todos os seus sobrinhos.
Vai ser estranho agora chegar na casa dele sem ele por lá. Ainda não caiu bem a ficha. Há muita coisa bem característica dele que nunca haverá como esquecer. Apenas coisas boas, ou pequenos detalhes bobos, como a voz, o jeito dele chamar a minha irmã, de Parominha, ou até mesmo seu Fusca 1961, verdinho, impecável, e que ele usava até hoje para pequenas distâncias como ia ao trabalho ou mercado.
É um tio que eu sempre amei muito, e mais uma vez digo, foi um exemplo de pessoa. Onde estiver, certamente está bem.
Fique com Deus, tio.
Se você está procurando pelo site da Vieira-Ishikawa Software, o link é este:
Certos nomes ou conceitos são às vezes complicados de se absorver. O que muitas vezes é óbvio para uns, certamente não será para outros.
O McDonald’s pode ser considerado um exemplo. Seja bom exemplo ou não.
Se você vai para uma cidade distante e não sabe onde comer, avista um McDonald’s e já sabe. Lá você terá o Big Mac do jeito que você gosta. A marca em si é inconfundível.
Mas o que fazer quando nem os funcionários respeitam as marcas e nomes dados aos produtos?
E aí o McDonald’s se torna um exemplo a não se seguir.
Certa vez, estava eu no Shopping Tamboré. Creio que era em 2005, e o Big Tasty acabara de ser lançado. Eu estava olhando para as opções de lanches e achei esse bem interessante. Uma bela novidade. Então entrei na fila já seguro do que pediria. Perto de ser atendido, comecei a ouvir seguidamente os funcionários gritando:
– Mais um Big Thirsty!
Achei mais interessante ainda. Pensei, estão fazendo toda uma nova linha, desde um novo lanche até uma nova bebida. E como será? Imaginei que fosse algo da ordem de 800 ml para matar a sede de qualquer maneira.
Então, eis que chega a minha vez de ser atendido. Falei que queria a promoção do Big Tasty, com a coca e batata-frita. Então o funcionário, com um jeito amável, repetiu o lanche já em tom de correção:
– Ah ta, um Big Thirsty.
Bom, nessa hora eu vi que a nova marca já estava no fundo do brejo.
Confusão também se vê no que é Hamburguer e Cheeseburguer.
Hoje mesmo pensei em pedir algo diferente do que simplesmente um número 1. Não queria tanta batata nem tanto refrigerante, então pensei: pego um McMenu Combinado com o McDuplo e um Hamburguer ou outro McDuplo pelo McMenu.
McMenu é uma promoção que envolve apenas um item, no meu caso, o McDuplo. McMenu combinado já possui mais itens, no meu caso, um McDuplo, batata frita e refrigerantes pequenos.
Então perguntei a atendente quanto custava o Hamburguer, para ver o que sairia mais apena. Ela perguntou aquela clássica:
– É que assim… tem com queijo e sem queijo, como você quer?
– Mas com queijo não é o Cheeseburguer?
– É.
– Então, eu estou falando do Hamburguer, sem queijo.
E então ela já registrou, mas o que eu queria saber era o preço. Depois, olhando de longe eu podia ver o preço do McMenu combinado, mas não do McMenu. Perguntei o preço e ela me passou o preço do McMenu combinado. Fui obrigado a dizer:
– Estou falando do McMenu, não o McMenu combinado.
Então, com todos os dados em mãos, fiz o meu pedido: um McMenu combinado, mais um McMenu. E para a moça entender?
Sei que no case dessas perguntas que ferem a marca dada a um produto, como é o caso da pergunta do hamburguer, isso se deve a muitos outros clientes confundirem. Tem quem peça Hamburguer e depois reclama que no McDonald’s esse produto nem tem queiro, melhor comer um X na esquina mesmo. Mas para tudo tem jeito na vida.
Já vi um caixa no McDonald’s sendo treinado, e o instrutor mostrava para ele uma tabela com diversos perfis de clientes, e como tratar.
O fato também é que de uns anos para cá, o atendimento no McDonald’s caiu muito.